Se tem uma coisa que eu gosto pra subir mais a temperatura é flertar com a garota pela internet. Isso deixa a parada mais quente e gostosa de lidar, além de ser mais ‘privado’, mas sem a pegada pessoal.
Teve uma vez que eu flertei com uma menina da minha escola pelo Facebook. Ela, baixinha, cabelos curtos e morenos, sempre me olhava. Eu voltava com uns olhares para ela. Já havia trocado uma ideia antes, mas parecia que depois daquela conversinha que tivemos de 5 minutos, ela me olhava com um olhar diferente, de desejo. Resolvi chamar ela para bater um papo mais privado, já que sempre estava rodeada de amigas e que não iam muito com minha cara, rs. Chamei ela no Facebook de tardezinha (estudávamos de manhã) e fomos conversando. Papo vai, papo vem, até que o papo foi ficando quente. Ela era virgem, sim, isso mesmo, virgem! E eu achando que ela já “manjava das putarias”. Resolvi então tirar aquele lacre dela, estava louco pra provar aquela bocetinha. Ela aceitou. Combinei de ir na casa dela para fazer um ‘trabalho em grupo’. O pai dela trabalhava o dia todo e mãe na hora saiu para ir no shopping comprar algumas coisas e só voltava algumas horas dali. Deixei ela com muito tesão pra ir transar comigo, ela virgem, disse que não imaginaria ficar tão louca. Cheguei na casa dela por volta das 15 hrs. Estava um dia ensolarado aqui em Santos. Não demorou muito pra ela me atender na porta. Ela estava com medo, saiu para ver se havia alguém na rua e me puxou para dentro da casa. Fomos nos beijando logo que entramos. Estava tudo na mais perfeita condição. Ela sabia puxar, puta merda! Beijaava muito bem também! Já fui tirando aquela roupinha curta dela e o shorts jeans. Fomos para o quarto dos pais, a cama era bem grande. Joguei ela nela e tirei minha roupa. Puxei suas pernas, estavam tremendo de tanto tesão. Ví que a calcinha estava levemente molhada. Fiz questão de dar uns beijos por cima antes de tirá-la. Ela só ali, me olhando e dando uns gemidos bem baixinhos, pedindo para chupar mais. Tirei sua calcinha, aquela boceta… Além de cheirosa, estava raspadinha, lisinha, parecia pele de bebê. Eu chupei com muito prazer e gula. Minha língua passeava pelos lábios inferiores dela e minhas mãos apertavam o seu corpo. Ela botava a mão esquerda dela contra sua virilha, fazendo eu ficar preso chupando aquela vagina deliciosa. Eu rapidamente, puxei ela virei de barriga para a cama. Queria dar umas mordidas naquela bundinha saliente. Estava durinha, me impressionei. Dei uns apertões naquelas nádegas e chupei igual um animal, dando uns tapinhas e beliscando. Virei ela de volta para cima e continuei chupando sua vagina. Ela já gemia de tanto prazer, quando fui ver minha boca estava molhadinha igual sua boceta. Levei meus dedos para dentro daquela xota e fui dedilhando e conhecendo o espaço. Dei uma leve mordidinha no clítores também, para aumentar o tesão sobre ela. Chegou a vez de eu melhorar o desempenho. Levante e mandei ela ficar daquele jeito como estava, tirei minha cueca. Meu pênis estava muito duro, parecia pedra. Ela ficou de boca aberta e me desobeceu. Levantou da cama, e ajoelhou. Que chupada! Ela sabia o que estava fazendo. Muito gulosa para ser virgem, chupava muito bem. Foi abocanhando a cabecinha e olhando para meu pau como um objeto de desejo. Estava com um sorriso na cara e parecia hipnotizada com o tamanho e com aquilo em mãos. Deu leves lambidas no meu saco e voltou para a cama.
– Agora você vai me foder – disse ela.
Aquilo me deixou com um tesão inexplicável. Fui para cima, enfiei meu pau lentamente, só para ela ir sentindo e apreciando um pouco da carne. Estava gemendo de dor mas gostando muito. Ela entrelaçava os dedos e puxava meus cabelos. Aumentando minha velocidade, percebia que aquela boceta ficava mais molhada e comecei a bombar fortemente. Ela dava gemidos bem gostosos e altos, fiquei até com medo de alguém da vizinhança escutar, rs. Virei ela de quatro. Botei aquelas pernas juntinhas umas as outras e comecei a meter denovo. Ela só observava e com aquela voz fina e doce pedia para meter mais forte, parecia acostumada. Eu só ali, metendo, puxando os seus cabelos, dando alguns tapas naquele corpinho simétrico. Após muito tapas, beijos, metidas e chupões, gerou a hora dela tomar o leitinho para repôr as energias. Deitei ela na cama. Com um sorrisinho bem safado, puxou meu pau e começou a bater uma para mim, só esperando a recompensa. Gozei! Jorrei porra naquele rostinho todo. Ela só ali, tentando engolir o máximo que podia. Sujou um pouco da cama dos pais dela até. Estava muito satisfeita pela transa e por ter perdido a virgindade. Eu só ali, olhando para aquela carinha de inocente toda cheia de gozo e vendo como o sexo é bom para ambas as partes…


| Há 1 ano